Menino que morou em casa mal-assombrada quebra silêncio de quase 40 anos
A história da casa maligna deu origem ao livro Horror em Amityville, que foi adaptado para o Cinema |
Danny Lutz e sua família conseguiram passar apenas 28 dias em casa do "Horror em Amityville"
Danny Lutz tinha 10 anos quando, em 1976, se mudou com sua família para
uma casa mal-assombrada. Eles conseguiram morar na residência de luxo
de seis quartos e piscina por apenas 28 dias. As histórias tenebrosas
contadas pela família Lutz deram origem ao livro Horror em Amityville (The Amityville Horror, no original em inglês), que foi adaptado para o cinema e virou um sucesso.
Após quase 40 anos de silêncio, Danny, que hoje é um homem de meia
idade, decidiu falar sobre sua estadia na casa mal-assombrada em um
documentário. My Amityville Horror (Meu Horror de Amityville, em tradução livre), dirigido por Eric Walter, usa entrevistas com repórteres, investigadores e especialistas em casos paranormais para desvendar o mistério que envolve essa mansão localizada na cidade de Amityville, nos EUA.
As informações são do tabloide britânico Daily Mail.
Quando se mudaram para a casa de nº 112 na Ocean Avenue, os Lutz já
sabiam que uma tragédia tinha acontecido lá meses antes. Ronald DeFeo
Jr., de 24 anos, matou sua família por "ordens de vozes que ouvia". No
total, seis pessoas foram assassinadas: os pais de Ronald, dois irmãos e
duas irmãs.
Treze meses depois, os Lutz se mudaram para a casa e, segundo eles,
muitas coisas estranhas e paranormais começaram a acontecer. A
família sentia cheiros de perfume
ou excrementos no meio da noite, objetos voavam pela sala e crucifixos
ficavam de cabeça pra baixo. Eles também contam que viveram experiências
de levitação em suas camas.
Um padre chamado para abençoar a casa conta que escutou uma voz mandando ele "cair fora".
Depois de deixarem a casa mal-assombrada, os Lutz jamais retornaram.
Mas viver em Amityville não deu sorte à família. Os pais de Danny se
separaram, ele saiu de casa aos 15 anos e passou algum tempo vivendo
como sem-teto. No documentário, ele revive o que passou e enfrenta a
desconfiança de céticos que jamais acreditaram em sua família.
Um dos corpos sendo levados da casa. |
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