terça-feira, 16 de maio de 2017

Estudo revela por que o ateísmo apavora tanta gente


Quando pensam no ateísmo, uma das primeiras reações que as pessoas têm é sobre a morte (ou sobre o medo de ir para o inferno).

Um novo estudo realizado por Corey Cook, psicólogo social da Universidade de Washington, nos EUA, lança alguma luz sobre esse fenômeno.
O estudo de Cook estabelece uma hipótese que ele chama de “teoria da gestão do terror”. A ideia é que a consciência da morte pode deixar as pessoas aterrorizadas, mas esses medos são atenuados pelo sentido cultural de que cada um de nós é uma parte significativa do universo. O anti-ateísmo, logo, parte da “ameaça existencial representada por crenças de visão de mundo conflitantes”.
“O que descobrimos [no estudo] é que, quando os participantes pensavam sobre o ateísmo, isso realmente ativava a preocupação com a morte na mesma medida em que pensar sobre a própria morte”, disse Cook

Os experimentos

A pesquisa focou no lado inconsciente de considerar a morte. Os pesquisadores realizaram dois experimentos diferentes conduzidos com estudantes no College of Staten Island, escolhido em parte devido à composição diversa de sua população estudantil.

Na primeira experiência, composta por 236 alunos (172 mulheres e 64 homens, a maioria cristãos), os participantes foram convidados a escrever “o que eles achavam que iria acontecer fisicamente quando morressem” e, em seguida, a descrever as emoções que o pensamento de sua própria morte despertava neles.

Em seguida, também responderam quais eram seus sentimentos sobre ateus, incluindo uma classificação sobre sua confiabilidade.
O segundo experimento pediu que 174 alunos descrevessem as emoções que sentiam em relação à sua própria morte ou “anote, o mais especificamente possível, o que o ateísmo significa para você”. Em seguida, os alunos completaram um conjunto de fragmentos de palavras, que poderiam ser preenchidas como palavras neutras (por exemplo, “skill” que significa “habilidade”) ou como palavras relacionadas com a morte (“skull” que significa “crânio”).

Ateísmo e vida após a morte

As experiências de Cook eram mais específicas do que apenas falar sobre a morte. De acordo com a teoria da gestão do terror, pensar nisso faz as pessoas começarem a se preocupar com quem apoia ou não sua visão de mundo, se tornando contra os que acreditam de forma diferente. Isso é inconsciente: você não percebe que tal coisa importa mais do que fazia alguns minutos atrás.

Curiosamente, os ateus no estudo não estavam imunes a isso. Eles também têm que enfrentar a ideia sobre o que vai acontecer com eles – logo, o ateísmo aumenta os pensamentos de morte mesmo para ateus. Conforme o estudo de Cook destaca, ainda há muita atitude defensiva em torno da noção secular de que a morte é o fim. Muitas pessoas desejam uma vida após a morte, daí a repulsa ao ateísmo

Fonte



sexta-feira, 3 de junho de 2016

A Quimbanda L.T.J 49 e a Formação de sua Egrégora – Parte I MAGIA AEONICA



A Quimbanda L.T.J 49 e a Formação de sua Egrégora – Parte I

O T.Q.M.B.E.P.N nasceu através dos impulsos não-conformistas de seus idealizadores. Isso significa que as vias usadas para a obtenção do empoderamento foram muito mais amplas do que as costumeiramente expostas por grupos de cunho tradicionalista. Jamais enxergamos essa expressão religiosa como um “Caminho de Mão Esquerda”, afinal, não cremos em dualidade evolucionista, tampouco, na existência de uma única Fonte Geradora e Mantenedora de energia. Nossa crença baseia-se em aspectos muito mais profundos e esotéricos que envolvem toda a amplitude do Trono de V.S. Maioral de Todos os Infernos e a influência das emanações infernais nos Campos Astrais e Materiais.
Temos ciência que essa concepção não é unânime entre os praticantes de Quimbanda, porém, acreditamos que existam pessoas cuja essência está em harmonia com nosso trabalho e que ao lerem nossos textos, bem como as mensagens explícitas e subliminares que publicamos, sentem-se atraídas pela Corrente 49. Nossas palavras são destinadas a vocês! 

Em primeiro lugar, resumidamente, abordaremos a Magia Aeonica. De tempos em tempos (limitado) o mundo se modifica e existem forças que influenciam de forma escravistas esses períodos. Tais energias estão presentes desde as mudanças geográficas até as normas – comportamentais, morais, religiosas - que norteiam a sociedade. Também poderíamos dizer que todas as pessoas acabam sendo atraídas por uma espécie de destino global. Aeon é o termo que designa a totalidade dessas energias. Alguns consideram o Aeon como uma força espiritual e outros como uma energia. Nosso entendimento concebe que o Aeon tem tempo de vida, ou seja, é perecível. Um Aeon, apesar de ser cíclico, possui três fases marcantes: Ascensão, Apogeu e Declínio. Podemos conceber essas fases como as estações: Primavera, verão outono e inverno. Quando o Aeon está em sua “juventude”, tende a impor com mais força suas mudanças, porém, quando está no início de seu declínio, perde o controle de sua própria criação e lentamente vai se dissolvendo para a chegada de um novo Aeon. A Magia Aeonica, tida por alguns segmentos esotéricos como a mais forte de todas as Magias Negras, é a alteração/distorção dessas energias e a criação de novas energias para modificar a evolução consciente. 

A Corrente 49, através dos trabalhos do T.Q.M.B.E.P.N, entendeu que era o momento de aplicar Magia Aeonica na Quimbanda focando a modificação de conceitos/estruturas estagnadas e caricatas existentes no culto por meio de uma incisão intermediária. Essas mudanças visavam transformar a essência (metamorfose religiosa) concedendo poder de guerra contra as escravistas correntes do Falso-Deus. Antes de iniciarmos o trabalho entendíamos que existiam rachaduras enormes por onde a verdadeira profundeza de Exu era sufocada e submissa. A Quimbanda, sob nosso entendimento, vivia um período de declínio por diversos motivos. Apontamos a ação da Umbanda ‘Antiga’ e suas associações descabidas e ‘cimentadas’ como uma das principais fontes de estagnação e repudia ao verdadeiro culto de Exu. Por outro lado, encontrávamos fragilidade nos conceitos vindos das Correntes Tradicionalistas cujo discurso sempre alegava que a ‘verdadeira Kimbanda’ pertencia apenas a banda africana (afro-brasileira). 

Nossas atividades (ao se tornarem públicas) encontraram enormes barreiras para expandir uma nova concepção sobre a Quimbanda. Sabíamos que tais entraves visavam denegrir a engrenagem religiosa que criamos através de discursos infundamentados ou baseados em outras expressões religiosas. A princípio achávamos que tínhamos errado em expor nossas gnoses, entretanto, a Corrente 49 se expandiu e mostrou que a espada da Sabedoria era o caminho que muitos estavam aguardando. Reforçamos as práticas Aeonicas e começamos a criar uma nova egrégora para alimentar as verdadeiras fundações do T.Q.M.B.E.P.N. Necessitávamos avivar Cultos antigos e extintos que se tornariam energeticamente poderosos para que TODOS os adeptos da Corrente 49 pudessem encontrar em nossas práticas vitórias espirituais e materiais. 

Nossas práticas são fundamentadas em egrégoras não escravistas, ou seja, uma prática da Corrente 49 jamais visará escravizar energeticamente um adepto. Cada seguidor tem o pleno DIREITO de atuar conforme sua vontade e necessidade. O grau evolutivo é individual, assim como a força da busca. Quando um adepto decide se “Iniciar” nos Templos L.T.J 49 está criando um elo energético com o Templo, porém, a premissa maior –LIBERDADE- continua intocada. Não acreditamos que quanto maior for o número de adeptos mais forte se torna a egrégora, afinal, lembramos que a “força de uma corrente pode ser medida pelo seu elo mais fraco”. Assim, ao invés de números, glorificamos o empoderamento pessoal, o adepto guerreiro e disposto às mudanças. Esse adepto pode se tornar um ‘Nexion’ que corroborará com a mudança de consciência geral. 

Egrégora (resumo): do grego egrêgorein, (velar, vigiar). Denomina-se egrégora toda força energética/espiritual criada por um grupo (duas ou mais pessoas - congregação) que vibra em mesma sintonia criando modificações no plano astral que se refletem no plano material. Para que ocorra uma egrégora é necessária a criação de um ambiente (esse ambiente não necessita ser físico) que a propicie a concentração de energia. 

Um detalhe interessante sobre Egrégora é que existe duas formas principais de ação. A primeira é quando um grupo decide inserir novas concepções em algo sólido e a segunda ocorre quando um grupo modela o fluxo com muitas fontes. Se um seguidor de uma Quimbanda mais tradicionalista decide inserir elementos não compatíveis em sua egrégora pode recair no erro, afinal, a entrada não trará mais força ao fluxo original, ao contrário, escoará energia (influxo). Já uma Quimbanda modelada em sua origem, cuja egrégora foi harmonizada com diversos elementos formadores, o influxo não ocorre por um motivo simples: Não existem pontos de escoamento. Por isso, torna-se extremamente importante o adepto compreender a ‘engrenagem’ da egrégora de uma Corrente antes de adentrar ou seguir a mesma. Não estamos dizendo que a Quimbanda praticada pelo T.Q.M.B.E.P.N seja melhor que as demais, ao contrário, admiramos outras formas de culto. Apenas estamos mostrando a diferença entre as egrégoras formadoras. 

O verdadeiro ‘chamado’ da Quimbanda ocorre porque as pessoas se sintonizam com as energias emitidas pela fonte primordial. Nossos pensamentos e emoções seguem padrões e formam campos energéticos (mutáveis) captados pelas forças espirituais compatíveis. O fortalecimento de um egrégora não precisa necessariamente ser consciente, por isso nossas imagens são tão incisivas e consecutivas. Procuramos descarregar grandes quantidades de energia no plano material visando a criação de força astral através de nossa egrégora para que pessoas de todas as partes possam sintonizá-las e se beneficiarem (quando aptos). Se uma pessoa adentra em uma egrégora com formas de vibração contrárias a mesma, possivelmente irá encontrar desarmonia e destruição. Será corroída pelo ácido que se oculta nas ‘entrelinhas’ dessa condensação. Energias intrusas sempre serão combatidas, por isso, o tamanho do exército só é relevante se possuem condições de derrubar as estruturas firmadas. Caso contrário, são apenas um aglomerado de gado de abate. 

A Corrente 49 sempre se preocupou com a manutenção da egrégora inicial, afinal, é sabedora que os vetores tendem a se tornar vampíricos. Por isso é importante que cada adepto conheça essa energia e busque, através do caminho evolutivo do autoconhecimento, poder de fazer parte, reinar com a Luz de Lúcifer e não ser cego pela mesma.
Esse texto possui continuação...

sexta-feira, 11 de março de 2016

Magia negra sexual





A Magia Sexual, conhecida no Oriente como Tantra, é a prática ritualística desenvolvida através das energias canalizadas do corpo físico, da mente e do espírito humano. O ato de criar outras vidas através de relações sexuais e instituir uma força, ou um vínculo energético entre as pessoas envolvidas, é visto como místico e sagrado. 

Como outras modalidades de Magia, a Magia Sexual também é um recurso usado como fonte do poder que fortalece as cerimônias ritualísticas e para obter o auto-conhecimento através da exploração do próprio corpo, psique e alma. A Magia Sexual é uma das faces mais importantes da Magia moderna. 


"A Bruxaria não deve desculpas por envolver magia sexual.
São as outras religiões que devem desculpas pela miséria da
repressão puritana que impingiram à humanidade".


(Doreen Valiente - Witchcraft for Tomorrow) 

 

segundo o Temple of the Black Light a magia negra sexual nada mais é que exercícios de magikos de acordo com seu desejo de criar mudanças internas e/ou externas. A fim de simplificar o conjunto, podemos dizer que para criar estas mudanças requer em primeiro lugar uma vontade verdadeira, forte e focada. É através dessa vontade que o Mago deve viajar acima e trazer seu próprio reservatório de vitalidade e força oculta, que está fortemente interligado com seu próprio espírito. Dependendo da vontade, que é a força motriz em toda magia, transforma a natureza da energia da vida, de tal forma, que fornece as qualidades necessárias para cumprir a vontade do Mago.


Por exemplo, a vitalidade (energia) gerada durante um ritual de maldição se torna mortal e destrutiva, embora em sua forma original fosse força vivificante e positiva. É, portanto, a vontade que dá a essência da forma de energia da vida (ou seja, licenças originais). A doutrina oculta do poder ensina que as energias estão igualmente atraídas e extraídas entre eles e, portanto, é possível canalizar os fluxos de energia a partir das fontes de energias externas, primeiro colocando-se no estado emocional e no estado de espírito, cuja energia corresponde à fonte de energia externa. Por exemplo, produção de energia destrutiva e detestável, durante um ritual de maldição, nós também abrimos as portas interiores e exteriores do plano acausal, a partir do qual nós podemos canalizar e atrair mais energias do que é interessante para o ritual praticado. O próximo passo do ritual é para compactar e concentrar a energia total do ritual e com a ajuda da visualização e do poder mental, para dirigir a força que é o caso do ritual. O último passo é deixar totalmente à energia carregada e deixá-la fluir livremente e trazer mudanças em conformidade com a vontade por trás do ritual. Esta é uma fase crítica no ritual e o sucesso do ritual vai depender de quão bem o Mago pode deixar ir à energia mágica carregada. Uma maneira de fazer isso é o Mago com seu sangue em um pedaço de papel, pinta um selo que representa a vontade e, em seguida, carrega o selo com a energia que ele gera durante o ritual novamente, para finalmente queimar o selo, assim desencadeando dessa forma a vontade do poder. A forma (selo) aniquilada e a essência (o poder da vontade) são liberadas para reformular a realidade.
 

Nós demos esse exemplo muito simples, mas toda magia, seja baixa ou alta, siga esses princípios. A vontade é o caminho para a força e a força é o caminho para manifestação do domínio. Portanto, um dos passos mais importante de toda a magia que é, de acordo com o desejo de atrair e a força geradora do espírito (energia), que é o que este texto aborda. Para todos os métodos disponíveis em levar a energia interna, para fins mágicos, a Magia Sexual é a mais eficaz e mais comprovada.


Manipulação de forças sutis

Dentro da magia sexual o Mago manipula as energias geradas, que são geradas durante a estimulação sexual física ou mental e dirige as energias sexuais para criar mudanças na vontade ao poder. A Magia Sexual no milênio passado é codificada de tal maneira como sido uma das artes mais esotéricas, e os trabalhos que têm abordado este tema tem a sua linguagem simbólica e a hipocrisia dos próprios autores oculta mais do que eles revelaram sobre esta poderosa arte mágica. Temos por objetivo deste pequeno texto explicar o básico para magia sexual, que segue o caminho da mãe esquerda (Vama Marg) e disponibilizar aos leitores alguns métodos e os princípios que o  Temple of the Black Light (TOTBL) usa para controlar a energia sexual em seu ritos de Magia Sexual.

A fim do exercício da Magia Sexual o Mago deve estar ciente da energia sexual natural e como e porque estas energias podem ser usadas durante a união sexual entre o Sacerdote (O Mago) e a Sacerdotisa (A Maga Feminina). A compreensão da diferença da energia sexual entre o sexo masculino e o sexo feminino é uma parte essencial do trabalho da Magia Sexual e isso é devido a todo o poder que a Magia Sexual extrai da polaridade que ocorre quando os opostos sexuais se reconciliam. As energias sexuais masculinas e femininas são opostas um do outro e isto é normalmente simbolizada, dentre outras coisas, a energia masculina é chamada de energia alfa, energia extra, energia elétrica, energia solar, energia de março, energia do fogo, Shaktar/Energia de Shiva, e nos ritos kliffóticos energia de Satã/Samael. Enquanto a energia feminina nos ritos de Magia Sexual é conhecida como energia Ômega, energia menor, energia magnética, energia lunar, energia de Vênus, energia da água, Shakti/Kali, e dentro do trabalho Kliffótica energia de Lilith.

Outros símbolos para energia sexual masculina é o punhal e o bastão, e para a energia sexual feminina é o cálice e o pentagrama. A associação entre esses quatro elementos sexuais é simbolizada pela Vela Negra do Altar, que representa o espírito transcendente da dualidade e contraste associação no Caos. É precisamente por causa dessa diversidade de energia do Alfa (masculino) e do Ômega (feminino) que uma forte polaridade ocorre quando estas energias estão em contato uns com os outros. Isto é geralmente comparado a duas ondas fortes do mar correndo-se de encontro e, eventualmente, colidem-se uns com os outros e quando eles se unem em sua colisão ocorre um redemoinho, que é forte o suficiente para sugar tudo a sua volta. A mesma coisa acontece quando as energias sexuais do macho e da fêmea se colidem na união sexual. Aí então surge um “vórtice” ou uma energia de vórtice, que se ergue como um pilar de todos os planos mais elevados e pode até mesmo penetrar no plano espiritual, que é o nível mais alto. Um dos métodos disponíveis para a obtenção da grande força durante os rituais de Magia Sexual é usar o vórtice para abrandar (ou extrair) a energia do plano astral, mental e espiritual e, em seguida, dirigir estas energias, que se transforma na vontade mágica, que é o objetivo do ritual. A Magia Sexual pode, portanto, pela polaridade de sua união criar, a partir destas fontes externas, a canalização das energias da natureza, o que corresponde as suas próprias energias mágicas da vontade. Estas energias circulam entre o Sacerdote e a Sacerdotisa durante o ritual e está em constante aumento de força. As energias dirigidas da maneira tradicional, como visualizações, selos, documentos ritualísticos, manipulações de objetos físicos ou fórmulas faladas ou/e mentais, para meta do ritual e é liberada durante o orgasmo frouxo, permitindo jorrar livremente e criar uma mudança desejada.

De todos os métodos disponíveis para liberar a energia mágica o orgasmo é o mais eficaz. No exemplo acima, ambas as energias sexuais de polaridade e as forças usando a canalização do vórtice podem reforçar o poder do ritual. O vórtice deixar de existir, assim que um praticante da Magia Sexual atinge seu clímax. Isso ocorre porque, a fim de manter o vórtice habilitado é necessário que o nível da carga de energia sexual dos dois Magos esteja no topo. Portando, é desejável alcançar o clímax no ritual de Magia Sexual ao mesmo tempo.


Um Ritual de Magia Sexual Aplicada


Um exemplo de como um ritual de Magia Sexual usa selos, visualizações e intervenções de fórmulas, podem ser resumidos brevemente a seguir:

O ritual começa da maneira tradicional e os Deuses das Trevas são chamados. Acende-se uma luz preta e vermelha e incenso de almíscar é queimado em honra a Lilith. O Sacerdote ascende o fogo da Sacerdotisa, pela realização da cunilíngua e, em seguida se junta com ela em nome de Lilith. Ambas as partes se concentra em dar muito prazer um ao outro, a fim de reforçar e concentrar a carga da energia sexual. Quando mais tempo leva o Sacerdote e a Sacerdotisa alcançar o clímax sexual, que libera as energias que são enviadas e criadas durante o ritual, maior é a força da energia sexual. Quando o Sacerdote ou a Sacerdotisa se apresentam no estado alterado da mente chamado transe sexual, ele ou ela começa a missa com a fórmula ou frase que representa a sua vontade comum. Enquanto fórmula é vibrada, o selo representa o objetivo do ritual, fortemente visualizado pelas partes que está no transe sexual. O transe sexual aparece no momento em que todos os pensamentos derretem e o prazer puro da Magia Sexual permeia os sentidos e possui plenamente a sua consciência. Ou seja, quando as camadas entre as perspectivas distintas que são as mais finas e ativação de vórtices. A situação é mais desejável para que ambas as partes ao forem despertados pelo transe sexual, inicie a vibração da fórmula e a visualização do selo. Se nenhum selo é usado no ritual, os participantes ao invés do selo, visualizam fortemente a seqüência correspondente à realização do objetivo do ritual. Se o objetivo do ritual, por exemplo, é destruir o inimigo, deve criar um selo que representa a aniquilação do inimigo e uma fórmula que proclame a vontade do inimigo morto. Se um selo não for utilizado no caso acima, a visualização consiste preferivelmente em um cenário detalhado e realístico, que conduzirá o inimigo a uma morte dolorosa. O Sacerdote e a Sacerdotisa fazem um pré-acordo para a visualização e trazem então a visualização ao seu clímax quando alcançarem o orgasmo. O orgasmo dirige toda a energia sexual, por causa da vontade comum do Sacerdote e da Sacerdotisa, para dar força e vida para a essência da representação da visualização e o nascimento no plano astral que é o resultado do propósito do ritual. Quando mais forte for a “criança mágica” que é o resultado da ritualística união sexual, mais rapidamente os resultados manifestam-se a vontade ao poder, sobre o plano que pretende criar sua magia, para poder criar uma mudança.

No método da Magia Sexual agindo por selo, visualização ou fórmula depende de qual deles é o foco central, porque os ovos astrais são fecundados pela energia sexual carregada (vontade). Se a fecundação ocorrer corretamente, o resultado desejado para conseguir a vida real será muito potente, “a vontade da criança”. Tudo que é criado em um plano se manifesta também em todos os outros planos existentes. Tudo o que está acima, é igual o que está abaixo. Portanto, quaisquer alterações, tal como usar a energia sexual e a visualização criada no plano astral, eventualmente, também se manifesta no plano físico.



 Visualize o texto completo em Magia Negra Sexual - exilir negro







sexta-feira, 15 de janeiro de 2016

Curiosidades Móbidas II


Bonecos da Morte


Era 1828 quando terminou a carreira de assassinos em série de dois irlandeses: William Burke e William Hare. Ambos os amigos muito próximos, durante a década de 1820, descobriram um jeito cruel de ganhar dinheiro pela venda de corpos a universidades, em especial ao Doutor Robert Knox, cirurgião da Universidade de Edimburgo.


As 8 bonecas restantes. Atualmente acredita-se que elas, juntamente com as outras 9 que desapareceram, estejam estritamente relacionadas aos assassinatos em série de 17 pessoas por William Burke e William Hare. Foto de Museu Nacional de Edimburgo.

Naquela época o uso de corpos para aulas de anatomia estava ficando cada vez mais restrito com leis que protegiam a integridade de cadáveres e com a penalização daqueles que se aproveitassem de cadáveres retirados ilegalmente de cemitérios [leia sobre o roubo de cadáveres aqui]. Apenas a utilização de corpos de condenados estava liberada, contudo poucas pessoas vinham sendo condenadas à morte e consequentemente cadáveres estavam escassos nas universidades.

Foi então nesse cenário que surgiu Burke e Hare. William Hare era dono de uma pensão em Edimburgo e nessa época um de seus inquilinos acabou morrendo de causas naturais. Foi então que Burke e Hare venderam o corpo do homem a uma escola de anatomia ao Dr. Knox. Desde então perceberam que a venda de corpos e órgãos era um negócio muito lucrativo, tendo a ideia de conseguir mais corpos para a comercialização.

Alguns dos caixões em miniatura contendo pequenas figuras de madeira (95 milímetros de comprimento) foram encontrados em uma caverna por cinco meninos que caçavam coelhos em 1836. Foto de Kim Traynor.

Nesse momento, ambos começaram a assassinar seus inquilinos. Ao todo foram 17 assassinatos, alguns por sufocamento, outros por overdose de medicamentos. Finalmente ao final de 1828, um dos moradores da pensão acabou encontrando um corpo embaixo de uma das camas da casa. Imediatamente ele correu até a polícia para denunciar o que viu.

Era o fim da carreira de assassinos em série de Burke e Hare. Ambos, juntamente com suas respectivas esposas, foram presos. Hare fez um acordo com a polícia, em que ele contaria tudo em troca da liberdade. Dessa forma Burke foi acusado de todos os crimes, cuja pena foi a morte. Ironicamente após ser enforcado pelos crimes cometidos, o próprio corpo de William Burke foi enviado à Royal College of Surgeons, onde foi dissecado e um livro foi feito de sua pele.

Pouco tempo após o acontecido, enquanto caçavam pelo parque Holyrood, cinco garotos fizeram um achado macabro. Escondidas em uma caverna do parque estavam 17 pequenas bonecas da morte parecidas com aquelas relacionadas ao vodu, todas com seus respectivos caixões. Durante anos os contemporâneos não ligaram as pequenas bonecas aos assassinatos locais, mas sim a práticas de bruxaria.


Livro feito da pele do assassino William Burke. Por muitos anos ele foi exibido no Centro de Informação da Polícia em Royal Mile de Edimburgo. Foto de Kim Traynor.


Durante anos muitos se perguntavam qual a finalidade da criação das bonecas macabras. Uma explicação plausível era a de que um dos dois assassinos ou alguém próximo a eles confeccionou as bonecas e colocou-as na caverna como um ato simbólico de enterro motivado por remorso pelos crimes.

Porém essa também é apenas mais uma entre as incontáveis especulações a respeito da existência das bonecas. Após anos em posse de um colecionador particular, o Museu Nacional de Edimburgo comprou as 8 bonecas sobreviventes; as demais foram desaparecendo misteriosamente ao longo dos anos.

Finalmente em 2005 testes de DNA foram feitos entre os restos de Burke e as bonecas restantes. Contudo, tal qual previam os cientistas, as bonecas não carregavam mais nenhum traço de DNA, provavelmente perdido devido o tempo e intenso manuseio. Ainda assim, historiadores e estudiosos dos assassinos em série acreditam que as bonecas podem estar relacionadas ao caso. O objetivo da existência delas permanece um mistério.

Fonte: http://www.museudeimagens.com.br/bonecas-da-morte/

terça-feira, 20 de outubro de 2015

Monstros das Profundezas - Animais dos Abismos Oceânicos

Muito longe das costas iluminadas pelo sol, abaixo das ondas incessantes e da superfície existe um mundo submerso. Trata-se de um lugar mais escuro que qualquer caverna, mais perigoso do que qualquer selva inóspita ou deserto causticante. Um lugar de abismos profundos e com diversidade topográfica incrível. Planícies que se estendem por milhares de quilômetros, cadeias montanhosas de origem vulcânica - algumas mais altas que o Monte Everest - canais submarinos tão vastos quanto o Grand Canyon, trincheiras com mais de seis mil pés de profundidade e correntes que fluem como verdadeiros turbilhões subaquáticos.




As pessoas cometem o erro de pensar que a vida marinha se limita a poucas centenas de metros abaixo da superfície e que abaixo dela, tudo o que existe, é um abismo estéril. Na verdade, mesmo nas maiores profundezas conhecidas, nas Fossas Marianas (com 11.034 metros de profundidade), existe vida. Enquanto o número, tamanho e diversidade de formas de vida encontrada nessas profundidades diminui, não existe na Terra um lugar totalmente destituído de vida.

Sondas e submarinos capazes de penetrar estes abismos marítimos, continuam descobrindo formas de vida incomuns que parecem saídas das próprias estórias ficção, escritas por H.P. Lovecraft habitando as profundezas.

Um dos casos mais conhecidos é o das Lulas Gigantes da espécie Architeuthis. Para muitos a existência desse animal não passava de um mito, o tipo de ser lendário que figurava como monstro marinho em muitas estórias de pescador. Esporadicamente espécimes apareciam despejados nas praias e atraíam a atenção de oceanógrafos. Em 2006 uma equipe japonesa registrou pela primeira vez imagens de uma lula gigante medindo 13 metros de comprimento a a rpoximadamente 2000 metros de profundidade.



Animais ainda mais bizarros vivem nesse lugar hostil que os biólogos marinhos chamam de Mar Profundo que se encontra entre 3000 e 8000 metros de profundidade.

Estes animais estão entre as formas de vida mais estranhas da Terra, sabe-se muito pouco ou quase nada sobre a maioria deles. Como habitam um lugar onde inexiste qualquer fonte luminosa, esses animais não podem confiar apenas na visão para localizar presas, parceiros ou evitar predadores. Muitos evoluíram para compensar o ambiente e passaram a produzir bio-luminosidade e desenvolveram olhos enormes adaptados à escuridão.

Um dos mais medonhos animais de que se tem notícia, o Peixe Demônio é um dos habitantes mais notáveis dos Mares Profundos. Ele chama a atenção pela sua forma bizarra e o corpo atrofiado coberto de verrugas que parece mais adequado a um anfíbio. Não bastasse esse formato, o Peixe Demônio possui olhos vítreos de enormes proporções e uma bocarra de onde brotam dezenas de dentes finos como agulhas tão grandes que impossibilitam o animal fechar a boca. O Peixe Demônio possui ainda uma espécie de antena bio-luminosa usada para atrair presas até sua voraz bocarra. Não por acaso, restos desse peixe quando chegavam às praias eram considerados sinais de azar e maus presságios. Ossadas de peixes demônio eram consideradas como restos de monstros marinhos humanóides.



Outro animal do Mar Profundo é a chamada Enguia de Bruun, assim batizada em homenagem ao seu descobridor, o oceanógrafo dinamarquês Anton Bruun que em 1930 capturou um espécime no Sul do Atlântico enquanto arrastava redes de ferro pelo solo oceânico. O animal em questão era um elver (uma larva de enguia) medindo 1,80 metros de comprimento, o que pelos cálculos de oceanógrafos corresponderia a um espécime adulto com 30 metros de comprimento. É possível que o avistamento de uma criatura dessa espécie tenha gerado estórias sobre as míticas serpentes marinhas gigantescas.



Enguias gigantes já foram encontradas, sobretudo no Mar do Norte, próximo às Ilhas Britânicas. O espécime na fotografia acima foi capturado em 1988 por um navio da Marinha Britânica e detém o recorde desta espécie medindo 7 metros da cabeça até a cauda.

Animais típicos de alta profundidade os isopodes são o terror de qualquer pessoa que tem fobia de insetos. Na verdade essas criaturas são primos distantes de crustáceos e camarões que guardam uma similaridade com os tatuís ou pulgas da água, pequenos animais bastante comuns nas praias banhadas pelo Oceano Atlântico (eu lembro de catar tatuís na praia no Rio anos atrás).

No entanto, ao contrário dos inocentes tatuís, os isopodes gigantes de mar profundo crescem até atingir proporções alarmantes. Espécimes recolhidos em redes chegavam a medir até 35 centímetros pesando pouco menos de 1 quilo. Em 2009, um submarino robô de alta profundidade retornou do fundo do mar trazendo como "carona" um exemplar de espécie desconhecida medindo 75 centímetros e mais de 1,7 quilos. É possível que existam espécimes ainda maiores em recessos profundos se alimentando exclusivamente da carcaça de peixes mortos.

Já os tubarões da espécie goblin habitam profundidades de 4000 metros e estão entre os tubarões mais raros do mundo. Encontrados nas águas do Pacífico na costa do Japão eles são animais grandes, podendo medir até 4 metros de comprimento que chamam a atenção pelo estranho formato de sua cabeça.

O Tubarão Goblin possui uma curiosa estrutura cartilaginosa sobre a boca que esconde inúmeras fileiras de dentes. Para caçar suas presas, a mandíbula do tubarão se desloca através dessa estrutura abrindo em um ângulo reto possibilitando um grande poder de mordedura. É o tipo de coisa que nós estamos acostumados a ver em filmes da série Alien.
  


Embora seja um predador das profundezas, o Tubarão Goblin tem como principal fonte de alimentação lulas e crustáceos. A Lula de Vidro, a base de sua alimentação, é outro habitante do mar profundo que chama a atenção pelo fato de ser praticamente transparente. As estruturas internas desses delicados cefalópodes podem ser vistas em seu interior. Como outros animais das profundezas ela também gera bio-luminosidade e usa esse artifício para afastar predadores em potencial.

O Caranguejo Gigante é outra das presas do Tubarão Goblin, mas ao contrário da Lula de Vidro este habitante das profundezas é capaz de se defender e afugentar até o mais determinado dos predadores. Ele é o maior crustáceo do mundo com pernas que atingem inacreditáveis 3,80 metros de comprimento e chega a pesar 45 quilos. Estes caranguejos vivem em fossas profundas, se alimentando de microorganismos, mas podem buscar alimento em pequenos peixes e lulas. Em geral eles tem uma coloração pálida, branca, uma vez que são albinos.

Estranhos, misteriosos e por que não dizer assustadores, esses habitantes das profundezas provam que ainda sabemos muito pouco a respeito das formas de vida em nosso planeta e que a variedade de animais na natureza é mais extensa do que podemos imaginar.





sexta-feira, 2 de outubro de 2015

Curiosidades Mórbidas



 As pessoas têm todos os tipos de interesses estranhos, e é essa diversificação que adiciona tal beleza para a humanidade.

Aqui nós temos alguém com um hobby  super interessante de fazer criaturas estranhas e diferentes adereços para a arte e os filmes. Este em particular é a manifestação física de um demônio menor encadernado em uma cruz de madeira.

 Jacob Petersson é a pessoa por trás do blog “Curiomira”, onde ele se diverte fazendo todos os tipos de criaturas assustadoras, estranhas, e interessantes. Você pode dizer que um monte de dedicação e tempo, foi colocado em cada peça que ele cria.

É bizarro de olhar para ela, uma vez que realmente parece ser algum artefato antigo que foi enterrado durante séculos apenas para ser encontrados recentemente por arqueólogos modernos.

Não é uma peça muito grande, mas você pode dizer que demorou muito tempo para essa coisa ser encontrada. Esse cara vem apresentando seu trabalho on-line desde 2009, e agora está se tornando  o hit entre as comunidades on-line que amam uma criatura  bem feita e estranha.

Ele também é um cineasta com sede na Suécia, e sua paixão traduz claramente através de tudo o que ele faz. A manifestação física de um demônio leser presos em uma cruz de madeira é um de seus trabalhos mais recentes, por isso,  você definitivamente vai querer fazer check-out no resto de sua coleção.

Blog Curiomira






quarta-feira, 9 de setembro de 2015

MLO ou Temple of The Black Light

No patch do colete e também numa tatuagem no braço esquerdo: fidelidade ideológica extrema


Eis uma explicação simples: a MLO "Misanthropic Luciferian Order" (Ordem Misantrópica Luciferiana em tradução literal) é uma ordem que estuda e pratica doutrinas do Caminho da Mão Esquerda, fundada por Frater Nemidial e Jon Nödtveidt ainda na prisão. 

O “Caminho da Mão Esquerda” e o “Caminho da Mão Direita” são termos que representam a dicotomia existente na tradição esotérica ocidental. O Caminho da Mão Esquerda afirma o individualismo, enquanto o Caminho da Mão Direita é fundamentado na submissão e nos interesses de um grupo. O que eles tem em comum, basicamente é a utilização de técnicas mágicas e ritualísticas para alcançar e trabalhar o subconsciente. O Caminho da Mão Esquerda orienta grupos como Luciferianos, Xamânicos, Satanistas Tradicionais e Nazistas. 

A base da doutrina da MLO é o Caos-Gnosticismo, com ênfase na evolução pessoal. Podemos dizer que essa Ordem trouxe uma espécie de cabala satânica. Essa ideia não é nova e já tinha sido levantada pelo pessoal do Templo de Set, mas não com a mesma profundidade. 

A MLO considera três caminhos primários e complementares: Setianismo Draconiano, o Caos-Gnosticismo Sumeriano e a (anti-) Kabbalah Kliffotica. 
Para eles o Caos é um universo multidimensional, com uma quantidade infinita de realidades em contraposição ao Cosmos, que possui apenas uma realidade, três dimensões espaciais e um tempo linear. 
É descrito como onze forças em direções diferentes, neutralizando assim seus impulsos. Essas onze forças unidas tem o nome de Azerate. 
“anti-cósmico” tem a ver justamente com essa transcendência das três dimensões e do tempo linear do Cosmos.  

A Ordem é propugnadora da iluminação espiritual e sabedoria no oculto. Os praticantes afirmam que o verdadeiro satanista deve se desprender da sociedade moderna e baseada em falácias. 

A Misantropia exercida por eles não tem respaldo em questões raciais, até porque existem membros de todo o mundo inseridos na Ordem. Trata-se de uma aversão a tudo que é culturalmente inferior. O grande princípio deles é se manter longe da "escória" humana. 

O próprio satanismo praticado é o culto primário - a "religião da elite secreta". Nada teria a ver com o satanismo moderno, o qual eles definem como sendo domesticado, estático, vazio e pacifista. No conceito deles, o "Satanismo verdadeiro é sombrio, perigoso, fortalecedor, permissivo, sinistro, iluminador, libertador, fatal, belo, auto-inspirador, evolutivo, revolucionário, poderoso e elitista. MLO é Satanismo verdadeiro."

"DISSECTION é a "unidade de propaganda sonora" da MLO, o que significa que, através da nossa música e letra, representamos as idéias Gnósticas do Caos". - Jon Nödtveidt 

É necessário ressaltar que o Dissection não é a própria MLO. A banda lançou o album Reinkaos, com o objetivo de trazer os ensinamentos da Ordem para quem quisesse ter acesso a eles, e foi justamente o que aconteceu.

Posteriormente houve uma mudança do nome MLO para Temple of The Black Light. 




Novos membros são escolhidos, ou seja, é impossível fazer parte voluntariamente. A Ordem ficou bastante seletiva, devido à demanda de metaleiros adolescentes que queriam entrar, após a morte de Jon,  mas passou a encorajar as pessoas e outros grupos a conhecerem e praticarem seu sistema.  
 
 MAIS  INFORMAÇÕES SOBRE A CORRENTE 218 NO ARTIGO ANEXO