segunda-feira, 30 de setembro de 2013

Mitos - Deusa Kali


Deusa Kalí


Kali, do sânscrito Kālī काली (que significa, literalmente, A Negra), é uma deusa pertencente a tríplice hindu da criação, da preservação e da destruição. Ela é também uma das formas da deusa Parvati, que é a esposa do deus Shiva e sua força animadora. Deusa da morte e da sexualidade, é representada como uma mulher exuberante, possuidora de quatro braços, pele azul, os olhos ferozmente arregalados, os cabelos revoltos, a língua pendente, os lábios tintos de hena e bétele. Traz um colar de crânios em volta do pescoço e uma saia de braços decepados - expressando, assim, a implacabilidade da morte. Sempre é representada em pé sobre o corpo caído do esposo Shiva. Na mitologia hindu, Kali é uma manifestação da Deusa Durga.



Kali é uma das divindades mais cultuadas do Hinduísmo e é venerada na Índia como uma mãe. Ela é a fome insaciável do tempo, que dá a luz e depois devora. Crânios, cemitérios e sangue estão todos associados ao seu culto. A energia de Kali é incontrolável.
A celebração à deusa Kali Mãe acontece entre o final de outubro e o início de novembro. As cerimônias têm início nas residências dos devotos que recebem a marca da deusa em cor vermelha na entrada; são chamadas de Kali Bari, ou os “Lares de Kali”. Existem muitos templos dedicados a Deusa, espalhados em bosques, florestas, campos e montanhas.








Necrópole - Histórias de Fantasmas VOL. 2



Desde tempos imemoriais, perguntas sem resposta assombram o ser humano: De onde viemos? Para onde vamos? O que nos impele a continuar? O que há além?


A procura de soluções para esses mistérios que permeiam nossa existência sempre norteou nossa consciência, tanto individual quanto coletivamente. Foi precisamente das tentativas de solucionar o que é impossível de ser comprovado pela ciência que as mais diversas tradições mágicas e religiosas foram criadas. Todas elas, do xamanismo siberiano à magia ocidental, passando pela pajelança americana, pelo vodu haitiano e pela feitiçaria européia, são tentativas de encontrar alguma chave que abra à humanidade o portal dos mundos sutis, que dê acesso à morada dos deuses, à chama da sabedoria primordial.


Necrópole - Historias de Fantasmas



Necrópole - Histórias de Fantasmas é o segundo volume da série de uma coleção dedicada à nova nata dos suspense e do terror. A cada livro, um tema diferente, sempre com escritores brasileiros, que apresentam histórias distintas, mas o mesmo cenário: a Necrópole, metrópole que noite e dia digere nossas almas, gerando em seu ventre cadáveres célebres e assassinos anônimos.




Arte póstuma!

Túmulos Estranhos

Nesta página : http://www.slightlywarped.com/crapfactory/curiosities/2009/weirdandcreepy.htm                 
é possível ver algumas das lápides mais estranhas já feitas, abaixo algumas imagens:










THE MERRIEST CEMETERY

Na Romênia precisamente na cidade de Sepntisa as lápides coloridas representam o "cemitério feliz"

A tradição começou em 1930, quando um menino de 14 anos chamado John Petrish Stan começou a esculpir e pintar os marcadores incomuns. Petrish continuou até sua morte em 1977, mas passou seus conhecimentos para um aprendiz que continua o trabalho.









sexta-feira, 27 de setembro de 2013

A lenda de Jack, o Estripador

INTRODUÇÃO 

Em 1888, o East End de Londres (em inglês) era um local assombroso. Casas de ópio e bordéis dividiam o espaço apertado dos quarteirões com residências. Moradores bêbados saíam dos bares direto para as rua­s onde crianças brincavam. A violência era comum e os pedidos de ajuda normalmente não eram atendidos [fonte: Haggard (em inglês)].
As condições de vida no East End refletiam a pobreza de seus habitantes. Havia pouco acesso à água tratada e doenças como a tuberculose e a difteria se espalhavam facilmente. Algumas mulheres se envolviam em prostituição para complementar a renda de suas famílias. Era um lugar desolador, deprimente e, muitas vezes, ameaçador para se viver.

Isso tudo só torna mais significante que no outono daquele ano tenha sido cometida uma série de assassinatos tão brutais que se destacaram nitidamente mesmo naquele cenário sombrio, a ponto de chamarem a atenção do mundo inteiro. No distrito de Whitechapel, no East End, várias prostitutas foram assassinadas. As cenas dos crimes constituíam um palco assustador; os cadáveres brutalizados mostravam alto grau de perversão. O assassino era um colecionador que pegava órgãos das vítimas como troféus. A assinatura de uma carta recebida durante a onda de assassinatos deu um nome a esse monstro: Jack, o Estripador. 
 

Confira o que pensa Trevor Marriott, especialista no assassino de Londres, sobre o famoso caso que se mantém misterioso 125 anos depois

 
Ex-detetive da divisão de homicídios da Metropolitan Police, Trevor Marriott passou a estudar o caso de Jack, o Estripador mais de um século depois, em 2002.


Sem contar com muitos dos documentos originais e fontes da época, ele aplicou ao caso uma abordagem que chamou de “investigação do século 21”. Contatou fontes antigas, foi ao tribunal requerer acesso a documentos da polícia, reuniu irregularidades na coleção de provas e suspeitos do passado, apontou sua hipótese de que os órgãos das vítimas não eram removidos pelo assassino, colocou em cheque a lista de cinco vítimas consideradas genuínas até então e indicou o marinheiro mercante Carl Feigenbaum como seu principal suspeito.


 
suposto Jack, o alemão Carl Feigenbaum
 
 
 
 
Confira a entrevista exclusiva com o especialista em Jack, o Estripador, no portal terra:
 
 

Mistérios Antigos : Métodos de tortura

Enforcamento 


O enforcamento pode ser encarado como uma forma de excução ou de suicídio. Desde o império Persa que ao longo da história vem sendo usado como forma de aplicar a pena capital.
Actualmente ainda é aplicado legalmente para cumprir as sentenças de pena de morte em países como a Índia, Malásia, Singapura e até nos Estados Unidos, para além dos países islâmicos como Irão, Arábia Saudita, Síria entre outros.
Como forma de suicídio o enforcamento é a segunda em países como o Canadá ou os Estados Unidos, apenas ultrapassado pelas armas de fogo.
A execução na forca tem de ser cuidadosamente preparada no que concerne ao tamanho da corda a utilizar e para garantir uma morte rápida. Se a corda for demasiado longa existe o risco de decapitação do condenado, se fôr demasiado curta o estrangulamento pode demorar até 45 minutos. O comprimento da corda está relacionado com o peso da vítima.
O peso da vítima ao cair deve ser suficiente para causar a morte, no entanto são raros os casos de morte instantânea.




Se o condenado tiver músculos do pescoço fortes, se fôr demasiado leve, se a queda fôr “curta”, ou o nó tiver sido mal posicionado a morte não ocorre pela quebra do coluna vertebral mas sim por lenta asfixia. Se isto ocorrer a cara engorda, a língua projecta-se para fora da boca, o corpo defeca e ocorrem movimentos bruscos em todos os membros.


Por vezes ocorre um estranho fenómeno chamado de erecção da morte (angel lust), é uma ereção pós-morte que ocorre quando um indivíduo do sexo masculino morre verticalmente ou de face para baixo permanecendo o cadáver nesta posição.
Durante a vida, o bombear do sangue pelo coração assegura uma distribuição relativamente uniforme em todos os vasos sanguínios do corpo humano. Uma vez que este mecanismo terminou apenas a força da gravidade actua no movimento do sangue.


Se um indivíduo morrer verticalmente como no enforcamento, o sangue descerá pelas pernas até aos pés. O sangue remanescente no tronco move-se para uma posição inferior devido à força da gravidade, e enquanto o sangue na cintura (que não pode descer devido aos pés que estarem “cheios”) faz com que o pénis se encha com o sangue e se expanda. Esta é chamada erecção da morte.


Até onde chega o sadismo e a maldade do Homem para com o seu semelhante? Este site, com a ajuda de imagens e textos bem construídos, mostra-nos a maldade e o engenho demoníaco do ser humano ao longo dos tempos.








As origens de instrumentos de tortura como os que estão nestas páginas perdem-se nas trevas da História. A maioria estava em uso durante séculos, antes do advento dos Tribunais de Feiticeiros. Até onde se sabe, não havia fabricação em massa desses instrumentos. Eles eram impressionantemente duráveis, conservando-se por décadas a fio. Mesmo na época da caça às bruxas os ferreiros locais conseguiam atender sem dificuldade a demanda por reposições.








Vestigios Nucleares!

20 Anos depois de Chernobyl


O legado da ex-União Soviética em termos de contaminação nuclear, não se restringem apenas às vitimas directas do acidente de Chernobyl mas sim a uma infinidade de descuidos e de falta de precaução para os perigos nucleares.

Na galeria abaixo é possível verificar alguns dos casos mais horrendos.

Site: http://www.pixelpress.org/chernobyl/index.html

Fotografia: robert knoth / http://www.robertknoth.com/

quinta-feira, 26 de setembro de 2013

Abandoned City

Cidade Fantasma


Esta página apresenta-nos uma cidade abandonada, algo que apaixona muita gente devido às imagens e à espécie de nostalgia que este tema proporciona mesmo sem nunca lá termos estado! infelizmente existe alguma confusão quanto à sua localização. Há quem diga que é Chernobyl, outros alegam que é Pripya e ainda há quem diga que é Promyshlenny. Seja como for parece que é dado adquirido que fica na Rússia ou na Ucrânia, seja como for é decididamente no planeta Terra.

Já agora vejam aqui uma escala temporal do que aconteceria se acontecesse o mesmo a todas as cidades do planeta!











FOTOS COMPLETAS : http://englishrussia.com/2006/09/05/an-abandoned-city/